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Museu Vivo da Várzea

Patrimônio Imaterial e Museologia de Território na Zona Oeste do Recife

"O corpo-território é a própria experiência viva do patrimônio, onde memórias, práticas e saberes se inscrevem e se transformam continuamente."

 — Bruna Ferreira

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Um bairro vivo na Zona Oeste do Recife, onde história, natureza e cultura popular se entrelaçam

Localizado na Zona Oeste do Recife, o bairro da Várzea é o segundo mais populoso da cidade, com mais de 70 mil habitantes distribuídos em uma área de 22,47 km². Reconhecido por sua intensa vida cultural e por sua importância histórica, o bairro reúne espaços de convivência, manifestações culturais e uma identidade marcada pela preservação da memória urbana. Esse valor histórico-cultural é oficialmente reconhecido pelo poder público municipal, com áreas e imóveis protegidos, como o Largo da Igreja do Rosário, classificado como Zona Especial de Preservação do Patrimônio Histórico-Cultural, e o antigo Hospital Magitot, Imóvel Especial de Preservação, que reforçam o papel da Várzea como território fundamental para a história e a cultura do Recife.

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70K

Habitantes

22,47

km²

Mais Populoso

O PROJETO

O Museu Vivo da Várzea é mapeamento do patrimônio cultural imaterial do bairro da Várzea, no Recife, cujos resultados conformam um museu de território e experimental. A pesquisa, pautada na noção de referência cultural, realizada no primeiro semestre de 2023, identificou 40 bens que compõem a malha social e cultural do bairro, entre manifestações, grupos, celebrações, lugares, mestres, formas de expressão, saberes e fazeres. 

Um processo ativo de (re)conhecimento, apropriação e valorização do patrimônio cultural do bairro, a iniciativa visa fortalecê-lo por meio da promoção da identidade e da memória. Além de reconhecer e valorizar o patrimônio cultural e seus detentores, o Museu Vivo da Várzea volta-se para a produção, promoção, difusão e democratização do conhecimento sobre o patrimônio cultural local, incentivando o incremento da economia criativa por meio de sua divulgação.

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As pessoas que compartilharam sua caminhada e trouxeram nomes-histórias de outras pessoas que contribuíram com a resistência desses patrimônios materiais e imateriais, são referências que colocaram e colocam seu corpo-território em vulnerabilidade a fim de (re)conquistar o lugar, retomar culturas familiares, cuidar e construir o bem viver comunitário e de toda a memória que a Várzea, como um dos bairros mais antigos, tem."

- Bruna Ferreira

Patrimônio

Os Bens Culturais

Conheça os 40 bens culturais mapeados que compõem o patrimônio vivo da Várzea

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