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Arruado do Engenho Velho

“O Arruado é de remanescentes, de uma história bonita. Então a gente tem que entender que o Arruado é um presente que guarda reminiscência, lembrança, memórias”

O Arruado do Engenho Velho é uma comunidade tradicional rural urbana, um logradouro semi-rural, de famílias principalmente matriarcais, existente na história desde da época da colonização holandesa em Pernambuco, sendo território invadido pelos holandeses, fazendo parte do “Caminho secular da Várzea”. Desde os anos 1870 é resistência no bairro da Várzea, localizado a leste do Pátio da Igreja Católica Nossa Senhora do Rosário, na Travessa João Francisco Lisboa, hoje fazendo parte do Campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Remanescente da antiga Usina Meio da Várzea. O Arruado foi segregado do restante do bairro pela construção dos prédios da UFPE.
Perpassado por diversas camadas históricas, no século XVII o território foi colonizado por João Fernandes Vieira, e ao longo desses 400 anos foi passado pelo domínio de diversas famílias, nasceu a partir da vinda de agricultores para trabalhar nas Usinas. É reconhecido como uma pequena diáspora, por famílias terem saído do Engenho Velho para outras comunidades do bairro. Com o passar dos anos, o trabalho vem sendo precarizado, antes agricultores, hoje ambulantes, passando por mudanças não só sociais, como econômicas também. Nos tempos passados, a fonte de renda era da agricultura, em que era produzido e vendido às raízes e hortaliças para a Ceasa (Centro de Abastecimento e Logística de Pernambuco) e na Feira de Afogados.

O Arruado do Engenho Velho é uma comunidade tradicional rural urbana, um logradouro semi-rural, de famílias principalmente matriarcais, existente na história desde da época da colonização holandesa em Pernambuco, sendo território invadido pelos holandeses, fazendo parte do “Caminho secular da Várzea”. Desde os anos 1870 é resistência no bairro da Várzea, localizado a leste do Pátio da Igreja Católica Nossa Senhora do Rosário, na Travessa João Francisco Lisboa, hoje fazendo parte do Campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Remanescente da antiga Usina Meio da Várzea. O Arruado foi segregado do restante do bairro pela construção dos prédios da UFPE.
Perpassado por diversas camadas históricas, no século XVII o território foi colonizado por João Fernandes Vieira, e ao longo desses 400 anos foi passado pelo domínio de diversas famílias, nasceu a partir da vinda de agricultores para trabalhar nas Usinas. É reconhecido como uma pequena diáspora, por famílias terem saído do Engenho Velho para outras comunidades do bairro. Com o passar dos anos, o trabalho vem sendo precarizado, antes agricultores, hoje ambulantes, passando por mudanças não só sociais, como econômicas também. Nos tempos passados, a fonte de renda era da agricultura, em que era produzido e vendido às raízes e hortaliças para a Ceasa (Centro de Abastecimento e Logística de Pernambuco) e na Feira de Afogados.

O Arruado do Engenho Velho é uma comunidade tradicional rural urbana, um logradouro semi-rural, de famílias principalmente matriarcais, existente na história desde da época da colonização holandesa em Pernambuco, sendo território invadido pelos holandeses, fazendo parte do “Caminho secular da Várzea”. Desde os anos 1870 é resistência no bairro da Várzea, localizado a leste do Pátio da Igreja Católica Nossa Senhora do Rosário, na Travessa João Francisco Lisboa, hoje fazendo parte do Campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Remanescente da antiga Usina Meio da Várzea. O Arruado foi segregado do restante do bairro pela construção dos prédios da UFPE.
Perpassado por diversas camadas históricas, no século XVII o território foi colonizado por João Fernandes Vieira, e ao longo desses 400 anos foi passado pelo domínio de diversas famílias, nasceu a partir da vinda de agricultores para trabalhar nas Usinas. É reconhecido como uma pequena diáspora, por famílias terem saído do Engenho Velho para outras comunidades do bairro. Com o passar dos anos, o trabalho vem sendo precarizado, antes agricultores, hoje ambulantes, passando por mudanças não só sociais, como econômicas também. Nos tempos passados, a fonte de renda era da agricultura, em que era produzido e vendido às raízes e hortaliças para a Ceasa (Centro de Abastecimento e Logística de Pernambuco) e na Feira de Afogados.

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